O cartão precisa funcionar no sistema da empresa antes de receber a arte do crachá. Para escolher, confira os leitores, a tecnologia exigida e a forma de cadastro da credencial.
Os termos não representam alternativas totalmente separadas. PVC é um material. RFID é uma tecnologia de comunicação por radiofrequência e normalmente utiliza chip e antena dentro do cartão.
Como o cartão funciona na prática
O sistema relaciona a pessoa ao identificador que será usado.
A impressora aplica a arte. Quando o projeto exige gravação eletrônica, um codificador compatível executa essa etapa.
O leitor recebe o identificador. O sistema consulta as regras e decide a liberação.
| Opção | Como é lida | O que validar |
|---|---|---|
| Código de barras ou QR Code | Leitor óptico ou câmera compatível | Padrão do código, contraste, tamanho e cadastro no sistema. |
| Chip com contato | Leitor com contato elétrico | Tipo de chip, aplicação e requisitos de leitura ou gravação. |
| RFID sem contato | Leitor por aproximação | Frequência, protocolo, tecnologia do chip e sistema em uso. |
Exemplo ilustrativo: se a empresa já usa cartões por aproximação, um novo crachá com a mesma aparência pode não funcionar na catraca. Antes de comprar, envie à Play-ID a especificação do cartão atual e do leitor. A aparência da credencial não identifica sua tecnologia.
Cartão com chip: a descrição precisa ser completa
Há cartões com contatos visíveis, que precisam de contato físico com um leitor compatível, e cartões sem contato. O chip armazena ou processa informações conforme sua tecnologia.
Por isso, pedir apenas um “cartão PVC com chip” não define o produto. Dois cartões com a mesma aparência podem ter características eletrônicas diferentes. A especificação deve corresponder ao sistema que fará a leitura.
RFID: compatibilidade com os leitores
Em aplicações de identificação, a aproximação de um cartão RFID pode fazer parte do acesso a uma porta ou catraca. Frequência, protocolo e recursos do chip precisam atender ao projeto.
Reúna os requisitos com o responsável pelo controle de acesso. A palavra “proximidade” ou uma foto do cartão não substituem a identificação técnica.
Defina também como cadastrar novas credenciais e substituir as perdidas. O procedimento de emissão precisa acompanhar o funcionamento do sistema.
Código de barras e QR Code: leitura visual
Esses códigos representam dados que um leitor ou aplicativo interpreta. A qualidade da impressão, o tamanho e o contraste interferem na leitura.
Teste o cartão pronto nos dispositivos usados na operação. Ler o código na tela do computador não comprova que ele funcionará depois de impresso.
Um crachá pode reunir chip e código visual. Cada recurso deve ter uma função definida para não criar cadastros ou etapas desnecessárias.
Impressão não é o mesmo que codificação
Uma impressora pode personalizar visualmente um cartão sem gravar dados no chip. Se houver codificação, confira os módulos, o software e o fluxo de emissão necessários.
Outro cuidado é a fixação: antes de perfurar um cartão, confirme a região permitida para não atingir componentes internos.
Escolha seu cartão com a Play-ID
Consulte nossos cartões PVC e reúna o modelo dos leitores, os requisitos do sistema e a identificação técnica da credencial atual. Acrescente a quantidade, o layout e a necessidade de personalização ou codificação.
Envie as especificações à nossa equipe para avaliar a opção compatível e solicitar seu orçamento.