A impressora de crachás precisa acompanhar a rotina da empresa: quantos cartões serão emitidos, com que frequência e quais informações vão receber. Volume, frente e verso, tipo de cartão e codificação ajudam a definir a configuração antes de olhar o preço.
Primacy 2 ou Agilia: por onde começar a escolha?
| Critério | Primacy 2 | Agilia |
|---|---|---|
| Tecnologia | Impressão direta no cartão | Retransferência |
| Resolução de referência | Modo de impressão de 300 dpi | Cabeçote de 600 × 600 dpi |
| Alimentação | 100 ou 200 cartões, conforme configuração | 200 cartões |
| Ponto para avaliar na amostra | Resultado da arte na superfície do cartão escolhido | Acabamento além da borda e definição dos detalhes |
| Configuração do projeto | Conferir duplex, codificadores e opcionais | Conferir duplex, codificadores e opcionais |
A comparação reúne características dos fabricantes e ajuda a organizar a conversa. A decisão depende da arte, do cartão, da rotina e da configuração contratada. Consulte a Primacy 2 na Play-ID e a Agilia na Play-ID para apresentar seu projeto à nossa equipe.
Referências técnicas: folheto oficial da Primacy 2 e especificações oficiais da Agilia.
Exemplo: o que informar sobre a emissão de crachás
Em uma situação ilustrativa, o RH precisa produzir um lote de admissões no início do mês e poucas reposições durante as semanas seguintes. Além da quantidade total, deve informar o tamanho desse primeiro lote, o prazo para entregar cada reposição e se a impressão terá uma ou duas faces. Isso ajuda a escolher a configuração e dimensionar o trabalho do operador.
1. Volume e prazo de emissão
Conte admissões, reposições por perda e recadastramentos. Depois, identifique o maior lote e o prazo para entregá-lo. Emitir cartões ao longo do mês é diferente de preparar todos os crachás de um evento em uma manhã.
A velocidade informada pelo fabricante depende das condições do teste. Cor, impressão nas duas faces e codificação podem alterar o tempo até o cartão ficar pronto.
2. Impressão em uma ou duas faces
Defina a arte antes de escolher a impressora. Foto e nome costumam ficar na frente. O verso pode receber instruções, contatos e outras informações.
Se os dois lados fazem parte da rotina, avalie uma configuração duplex. Virar cartões manualmente acrescenta trabalho e exige atenção para manter a correspondência entre frente e verso.
3. Cartão e tecnologia de impressão
Na impressão direta, a imagem vai para a superfície do cartão. Na retransferência, o processo utiliza um filme intermediário. A escolha depende do material, do acabamento e do resultado esperado.
Confira material e espessura aceitos pelo equipamento, principalmente em projetos com chip. Nosso artigo sobre impressoras de retransferência explica essa alternativa.
4. Necessidade de codificação
Personalizar um cartão RFID visualmente não significa programar a credencial. Para uso em catracas ou leitores, confirme a tecnologia exigida pelo controle de acesso.
A gravação eletrônica pode ocorrer na impressora, com os recursos adequados, ou em outro equipamento. Essa decisão precisa entrar na configuração desde o início.
5. Software e custo por cartão
Considere como o RH envia nomes e fotografias, quem confere os cadastros e como funciona a reimpressão. Conheça o SIC para impressão de cartões e crachás e consulte os recursos da versão indicada para sua operação.
No custo, inclua cartões, ribbons, limpeza, software e tempo do operador. Testes e reimpressões também consomem material. O preço da máquina, sozinho, não mostra o custo da emissão.
Escolha sua solução com a Play-ID
A Evolis Primacy 2 é uma das opções do nosso catálogo para personalização de cartões. A configuração deve considerar o uso previsto, inclusive frente e verso e eventuais módulos de codificação.
Para solicitar uma proposta, informe a quantidade habitual, o maior lote, o prazo de emissão e os requisitos do cartão. Envie também uma arte de exemplo. Fale com a nossa equipe para avaliar o equipamento e os consumíveis adequados à sua rotina.